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Consumo de matéria seca e fibra detergente neutro em vacas leiteiras sob pastejo e suplementadas com diferentes quantidades de concentrado


Data: 06/12/2017
Autor: Breno Mourão de Sousa, Helton Mattana Saturnino, Ana Luiza Costa Cruz Borges, Sandra Gesteira Coelho, Ronaldo Braga Reais, Victor Malacco, Camila Lage, Rafahel Carvalho de Souza
Fonte: Revista V & Z em Minas

BE artigo

1. INTRODUÇÃO
Os últimos anos da pecuária leiteira nacional vêm mostrando profunda mudança de paradigmas. Os antigos sistemas extensivos e tradicionais de produção de leite estão sendo gradativamente substituídos por sistemas melhor geridos, visando melhor remuneração do empresário rural. Logo, reduzir custos e aumentar a lucratividade na atividade passou a ser objetivos mínimos para este novo tipo de empresário.
Aumentar a lucratividade significa aumentar a eficiência produtiva dos animais criados em propriedades leiteiras. Para este fim, a produção intensiva de leite baseado em sistemas de confinamento está cada vez mais disseminada no Brasil, mas trata-se de um sistema que onera muito os custos de produção. Nesse cenário, a produção intensiva de leite a pasto está sendo novamente reavaliada como solução para as modernas propriedades leiteiras.
Uma série de fatores condiciona a produção de leite em pastagens manejadas intensivamente: aptidão leiteira da vaca, a qualidade do pasto, a disponibilidade de pasto, o rendimento forrageiro da pastagem, o sistema de pastejo e a suplementação da pastagem (GOMIDE, 1993). Neste ínterim, a estimativa de consumo de nutrientes em vacas a pasto é difícil devida suas qualidades produtivas e capacidade de seleção. Por isso, a suplementação de vacas de alta produção em pastagens manejadas intensivamente é difícil, mas mantém um adequado consumo de nutrientes essenciais. O desafio para a utilização eficiente da pastagem é o ajuste entre o programa de suplementação da pastagem e a disponibilidade da gramínea pastejada na estação chuvosa do ano para o animal (HOFFMAN et al., 1993; SANTOS et al, 2007).
Segundo Alvim et al. (1999), a utilização de suplemento concentrado na dieta de vacas em lactação assume maior ou menor importância em razão do potencial de produção de leite do animal e da fase de lactação que se encontram. Ainda para os mesmos autores,o limite para produção de leite de vacas em pastagens de clima tropical não ultrapassa 4.500 kg/vaca/lactação, sendo esse limite determinado pelo alto conteúdo de fibra e pela baixa digestibilidade da mesma. Em sistemas de produtividade superior, torna-se fundamental a suplementação com alimentos concentrados.
A partir desta introdução foi proposto este experimento, objetivando estimar o consumo de matéria seca e de fibra detergente neutro de vacas leiteiras mestiças em pastejo de gramínea do gênero Brachiaria sp. e o efeito da suplementação da pastagem com alimento concentrado sobre esse consumo.
2. MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi realizado em propriedade particular de bovinos leiteiros no município de Leandro Ferreira, Minas Gerais, a cerca de 100 km a oeste de Belo Horizonte, latitude 19º 43’ S, longitude 45º 01’ O e altitude de 707 m. O experimento abrangeu um período experimental de 21 dias.
Foram utilizados dezesseis piquetes formados por gramíneas do gênero Brachiaria: B. brizantha cv. Marandu (oito piquetes), B. decumbens cv. Brasilisk (quatro piquetes) e B. ruziziensis (quatro piquetes), totalizando área de 27,7 hectares, onde os animais experimentais (24 vacas) pastejaram junto com os animais remanescentes do rebanho e que não foram utilizados neste experimento (total de 96 vacas), apenas para ajuste da taxa de lotação nos piquetes, que foi de 4,3 vacas/ha. Os dias de ocupação foram de um dia para os piquetes de Brachiaria brizantha, três dias para Brachiaria ruziziensis e de dois dias para Brachiaria decumbens. Essas diferenças no número de dias de pastejo foi consequência das diferenças entre as áreas de cada piquetes (Brachiaria brizantha: 1,4 ha; Brachiaria decumbens: 1,8 ha; Brachiaria ruziziensis: 2,4 ha).
Para estimativa da disponibilidade de forragem, foi utilizada a técnica agronômica do corte zero (SANTOS et al., 1998; LOPES et al., 2000; VAZQUEZ & SMITH, 2000), utilizando a metodologia empregada por Penati (2002). Resumidamente, para cada entrada e saída dos animais experimentais e daquelas vacas remanescentes de cada um dos 16 piquetes experimentais foi lançado um quadrado confeccionado com tubos de polietileno (PVC), de ¾ polegada (20 mm), com um metro de lado, perfazendo área útil de 1,0 m2. Todas as gramíneas cujas hastes e lâminas foliares nasciam dentro do espaço limitado pelo quadrado foram cortadas com auxílio de cutelo de aço, rente ao solo. Aquelas cujas hastes e lâminas foliares estavam dentro do espaço do quadrado, mas que nasciam fora do mesmo, foram desprezadas. Tal procedimento foi repetido cinco vezes por piquete, sendo o material de cada corte e de cada piquete pesado para estimativa da disponibilidade total de forragem antes e após o pastejo.
Foram utilizadas 24 vacas mestiças Holandês x Zebu em lactação, com produção média de 8,5 kg leite/dia, 300 dias em lactação, pesando 523 kg e dias em lactação médio de 230 dias.
Os animais foram distribuídos aleatoriamente em 3 tratamentos com oito vacas, sendo suplementados por diferentes quantidades de alimento concentrado: 1, 2 ou 4 kg/vaca/dia na matéria natural. As vacas foram ordenhadas duas vezes ao dia, às 06h30min e às 15h00min, ocasião onde o alimento concentrado era ofertado, em duas quantidades iguais, pela manhã e pela tarde. Devido ao tempo de ordenha, nem todas as vacas foram capazes de consumir o suplemento concentrado disponível no cocho. Logo, as sobras foram coletadas individualmente, registradas e armazenadas (-5ºC) para posteriores análises químicas. Durante cada ordenha, os animais foram individualmente suplementados com 50 g de mistura mineral-vitamínica marca PRODAP® (8,0% Ca; 8,0% P; 1,5% Mg; 15,1% Na; 3,9% S; 1.045ppm Mn, 641ppm Fe; 1.567ppm Cu; 4.845ppm Zn; 216ppm I; 133ppm Co; 35ppm Se). O suplemento concentrado foi formulado com 75,5% de fubá de milho, 22,5% de farelo de soja tostada, 1% de ureia agrícola e 1% de calcário calcítico, com base na matéria natural.
A estimativa do consumo voluntário de matéria seca dos animais experimentais foi baseada na razão entre a estimativa da produção fecal e a indigestibilidade da MS. Para estimar a produção fecal das vacas (kg MS/dia fezes), foi utilizada a técnica dos indicadores indigestíveis, utilizando como indicador externo o óxido crômico (Cr2 O3 ), sendo administrados por via oral (sonda oral) na quantidade de dezesseis gramas de óxido crômico duas vezes ao dia (oito gramas de Cr2 O3 no momento de cada ordenha), entre o 11° e 21° dias experimentais. As análises para determinação do Cr nas fezes foram feitas mediante coleta individual de fezes, duas vezes ao dia, no momento de cada ordenha, diretamente da ampola retal, por cinco dias consecutivos, a partir do 17° dia experimental. As amostras individuais de fezes foram acondicionadas em embalagem plástica e conservadas a 5ºC negativo. Após serem secas em estufa ventilada a 65 o C por 72 horas, as amostras foram moídas em moinho estacionário à 1 mm e a concentração do indicador externo (Cr) foi mensurada empregando-se a técnica da Espectrofotometria de Reflectância no Infravermelho Próximo, NIRS, em aparelho NIRS BUHLER, modelo NIRVIS (PEREIRA, 2005). A produção fecal foi calculada em função da concentração do indicador nas fezes, segundo a equação: Produção Fecal (kg MS/dia) = (g de Cr ingerido por dia / Concentração do indicador nas fezes em g Cr/kg MS).
A partir da produção fecal, foi estimado o consumo total de matéria seca diária da forrageira pastejada (kg MS forragem/dia), através da equação: Consumo total de matéria seca de forragem (kg MS/dia) = Produção fecal corrigida para forragem (kg MS/dia) / (1 – Digestibilidade “in vitro” do alimento volumoso). Para determinação da digestibilidade in vitro (TILLEY & TERRY, 1963) da matéria seca (DIVMS, %) da forragem pastejada, foram coletadas amostras das três espécies de gramíneas nos pastos experimentais, segundo metodologia do pastejo simulado descrito por Euclides et al. (1992). As amostras foram (após estufa 65 ºC) uniformemente misturadas, para confecção de uma única amostra composta.
As fezes, o material do pastejo simulado (após descongelamento) e os suplementos foram analisados para matéria seca (MS) a 65 e 105 ºC, (AOAC, 1990) e para fibra detergente neutro corrigido para nitrogênio (FDNN) (VAN SOEST, 1994). O material do pastejo simulado foi ainda analisado para a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS, TILLEY & TERRY, 1963).
As vinte e quatro vacas foram distribuídas casualmente em três tratamentos. Após balanceamento das mesmas, foram criados oito blocos de três animais, blocados segundo produção de leite, dias em lactação e peso corporal. Cada uma das três vacas, dentro de cada bloco, correspondia a um dos três tratamentos. O período experimental estendeu por 21 dias, sendo 14 dias de adaptação e 7dias de amostragem.
O delineamento utilizado foi o bloco ao acaso, sendo oito blocos,cada um com três parcelas referentes a três vacas experimentais,sendo que cada parcela/vaca representa um dos três tratamentos.A equação estatística para ajuste das variáveis medidas foi: Y = + Bj + Ti + eij, em que Yij = variáveis dependentes (consumo de matéria seca do alimento volumoso e total, expresso em kg MS/vaca e % peso vivo); = média geral; Bj = efeito do bloco j (j = 1, 2,...8); Ti = efeito do tratamento i (i = 4, 6 e 8 kg MN concentrado/vaca/dia); eij = erro experimental associado à média; eij NID (0, ). As médias das variáveis testadas (respostas medidas para o consumo) foram analisadas pelo programa Sisvar (DEX/UFLA), Versão 4.6 (2003). O teste de média foi aplicado para um nível de significânciade 5%, utilizando-se o teste t.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao iniciar o pastejo, as disponibilidades foram de 4.361,4 kg MS/ha para a B. brizantha cv. Marandu, 3.571,7 kg MS/ha para a B. decumbens cv. Brasilisk e 5.089,5 kg MS/ha para a B. ruziziensis, valores superiores ao crítico sugerido por Gomide (1993) de 2.500kg MS/ha e pelo NRC (2000) de 2.250 kg MS/ha para reduzir o consumovoluntário de matéria seca de animais em pastejo, quando da entrada no pasto. A composição química dos alimentos disponíveisestá na Tabela 1.
Tabela 1. Média da composição bromatológica de material do pastejo simulado (B. brizantha, B. decumbens e B. ruziziensis) e do alimento concentrado utilizado como suplemento para vacas em lactação

* - MS: matéria seca; MO: matéria orgânica; PB: proteína bruta; FDNn: fibra detergente
neutro corrigida para nitrogênio insolúvel em detergente neutro; NIDN: nitrogênio
insolúvel em detergente neutro; FDA: fibra detergente ácido; CNF: carboidrato não
fibroso; EE: estrato etéreo; CZ: cinzas; DIVMS: digestibilidade “in vitro” da matéria
seca. ** - Alimento concentrado, na base de matéria natural, com 75,5% de fubá de
milho, 22,5% de farelo de soja tostada, 1% de ureia agrícola e 1% de calcário calcítico.
Foi observado (Tabela 2) aumento no consumo de matéria seca do pasto e total com o aumento da quantidade de alimento concentrado ofertado, quando expresso em relação ao peso vivo (%/PV). As vacas suplementadas com 1 e 2 kg de concentrado não diferiram quando ao consumo de matéria seca de pasto, sendo respectivamente, 1,97 e 1,92%/PV, mas diferiram daquelas suplementadas com 4 kg, que apresentaram consumo de matéria seca superior (P<0,05) de volumoso, sendo 2,46%/PV, aumento de 27%. Para o consumo de MS total, foi observado consumo de 2,14 e 2,26 %/ PV (P>0,05) para suplementação com 1 e 2 Kg MN de concentrado/ vaca/dia, respectivamente. Mas quando a suplementação de concentrado foi de 4,0 Kg MN/dia, o consumo de MS total (3,18%/PV) foi maior (P<0,05).
Tabela 2. Consumo de matéria seca e de fibra em detergente neutro corrigida para
nitrogênio de pasto e total, em relação ao peso vivo (% PV), em função da quantidade
de suplemento concentrado ofertado durante a ordenha, na matéria natural.

1- MSPASTO: consumo de matéria seca de pasto; MSTOTAL: consumo de matéria
seca total; FDNPASTO: consumo de FDNn de pasto; FDNTOTAL: consumo de FDNn
total. Todos os valores expressos em relação ao peso vivo (%PV). 2- MN: matéria
natural. / * - Coeficiente de variação; ** - diferença mínima significativa; a, b, c –
Valores seguidos por letras diferentes na linha diferem entre si (P<0,05) pelo teste t.
Comportamento semelhante foi observado para o consumo de FDNn proveniente da pastagem em relação ao peso vivo. O tratamento com 4 Kg MN/dia foi superior (P<0,05) aos outros dois tratamentos (1 e 2 Kg MN/dia), que por sua vez não diferiram entre si (P>0,05): 1,49 x 1,19 e 1,16%/PV. O consumo de FDNn total foi de 1,23 e 1,24%/PV para os tratamentos com 1 e 2 kg MN/dia, não diferindo entre si (P>0,05), mas ambos foram menores (P<0,05) que o tratamento com 4 kg MN/dia de suplementação: 1,64%/PV.
Reis & Sousa (2008) e Sousa et al. (2008) relataram amplitudes de consumo de MS e de FDN de pasto para vacas em lactação e para novilhas e novilhos entre 1,3 a 3,7% MS/PV e de 1,2 a 2,5% FDN/PV. Neste experimento, a amplitude foi entre 1,9 a 2,5% MS/ PV e 1,2 a 1,5% FDNn/PV, resultados que estão de acordo com a literatura consultada, inclusive para o limite de consumo de alimentos forrageiros mencionado por Mertens (1994) de 1,2% FDN/PV. Neste experimento, a média geral para consumo de FDNn foi de 1,3%/PV, semelhante à sugerida pelo referido autor.
A média geral para o consumo de FDN de pasto em relação ao peso vivo para a literatura nacional consultada foi de 2,0 %/PV (BENEDETTI, 1994; ALVIM et al., 1999; SOARES et al., 1999; ALVIM & BOTREL, 2001; LIMA et al., 2001; SOARES et al., 2001a,b; LOPES, 2002; VASQUEZ, 2002; PEREIRA, 2005; VILELA et al., 2006; RIBEIRO FILHO et al., 2007), ou seja, 54% maior que a média geral obtida neste experimento. Talvez a menor concentração de FDN (corrigida para nitrogênio) na gramínea pastejada neste experimento possa explicar esta diferença de resultados com os dados da literatura nacional. Enquanto a literatura nacional aponta concentrado de FDN para o gênero Brachiaria variando de 65 a 72% (GOMIDE et al., 2001), a média da FDN nas gramíneas trabalhadas neste experimento foi de 60%.
Bargo et al. (2003) estudaram dados de mais de vinte experimentos internacionais que mostraram o aumento no fornecimento de suplemento concentrado aumentando o consumo total de matéria seca de vacas leiteiras sob pastejo, achado este que está de acordo com o presente experimento. Mas, o aumento no consumo total de matéria seca foi seguido de uma substituição parcial e, ocasionalmente, total do alimento forrageiro pelo alimento concentrado, ou seja, redução no consumo de matéria seca de pasto.
Tais achados não foram observados na literatura nacional que trabalhou com suplementação concentrada para vacas leiteiras em pasto de clima tropical. Lopes et al. (2004) e Sousa et al. (2008) encontraram aumento (P<0,05) no consumo de matéria seca do alimento volumoso quando suplementaram vacas mestiças Holandês x Zebu, com produção média de leite entre 12 a 18 kg/dia. A suplementação concentrada variou de 2,0 a 7,5 kg MS/dia. Os autores obtiveram aumento no consumo de matéria seca do alimento volumoso em entre 9 a 11% (P<0,05) em relação ao peso vivo.
Segundo Bargo et al. (2002) e Fike et al. (2003), para forragens de clima temperado de alta qualidade, o efeito da suplementação rica em amido ou outro carboidrato facilmente fermentável no retículo-rúmen teria efeito muito mais pronunciado em deprimir o consumo de MS de vacas em lactação sob regime de pastejo quando comparado a forragens de clima tropical.
4. CONCLUSÕES
A adição de suplemento concentrado proteico-energético para vacas em lactação sob pastejo de gramínea do gênero Brachiaria sp. aumentou o consumo voluntário de matéria seca e da fibra em detergente neutro em relação ao peso vivo proveniente do volumoso pastejado, havendo efeito associativo positivo da adição de concentrado sobre o consumo de volumoso pastejado.
AUTORES:
1. Breno Mourão de Sousa: Médico veterinário, CRMV-MG nº 5440. Doutor em Ciência Animal/UFMG. Professor Titular, Centro Universitário UNIBH, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. sousa.brenomourao@yahoo.com.br.
2. Helton Mattana Saturnino: Médico veterinário, CRMV-MG nº 1127. Professor do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
3. Ana Luiza Costa Cruz Borges: Médica veterinária, CRMV-MG nº 4735. Professora do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
4. Sandra Gesteira Coelho: Médica veterinária, CRMV-MG nº 2335. Professora do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
5. Ronaldo Braga Reis: Médico veterinário, CRMV-MG nº 1584. Professor do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
6. Victor Malacco: Bacharel em Medicina Veterinária. Doutorando em Zootecnia, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
7. Camila Lage: Bacharel em Medicina Veterinária. Doutorando em Zootecnia, Escola de Veterinária da UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
8. Rafahel Carvalho de Souza: Médico veterinário CRMV-MG nº 8059.Doutor em Ciência Animal. Professor Titular PUC Minas.

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